O papel?... Qual papel?
"Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. O autor era uma pessoa muito influente no reino e por isso procurou-se um «bode expiatório» para ilibar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já sabendo que tinha escassas ou nulas hipóteses de escapar ao terrível veredicto: a forca.
O juiz também metido na trama, cuidou de dar todo o aspecto de um julgamento justo e por isso, disse ao acusado:
-Vamos deixar a tua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra «inocente» e noutro a palavra «culpado». Tu escolherás um dos papéis, e aquele que sair será o veredicto.
Claro, tinham sido preparados dois papéis com a mesma palavra: «culpado». Não havia escapatória. O juiz ordenou ao acusado que escolhesse um. Este pensou uns segundos e, pegando num papel, rapidamente o levou à boca e engoliu-o.
Os presentes reagiram com espanto.
- Como saber qual foi o veredicto? - perguntou o juiz.
- Basta ver o papel que sobrou, e saberemos o que dizia o que engoli – respondeu o homem.
Imediatamente foi libertado.
Moral da história: quando tudo parecer perdido, usa a imaginação!
Como dizia Albert Einstein: «Nos momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento.»"
Seleccções Reader's Digest, Março 2005
O juiz também metido na trama, cuidou de dar todo o aspecto de um julgamento justo e por isso, disse ao acusado:
-Vamos deixar a tua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra «inocente» e noutro a palavra «culpado». Tu escolherás um dos papéis, e aquele que sair será o veredicto.
Claro, tinham sido preparados dois papéis com a mesma palavra: «culpado». Não havia escapatória. O juiz ordenou ao acusado que escolhesse um. Este pensou uns segundos e, pegando num papel, rapidamente o levou à boca e engoliu-o.
Os presentes reagiram com espanto.
- Como saber qual foi o veredicto? - perguntou o juiz.
- Basta ver o papel que sobrou, e saberemos o que dizia o que engoli – respondeu o homem.
Imediatamente foi libertado.
Moral da história: quando tudo parecer perdido, usa a imaginação!
Como dizia Albert Einstein: «Nos momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento.»"
Seleccções Reader's Digest, Março 2005
Alentejo World
