Somos os maiores... ajuda para quê?
Meus amigos e amigas, é só para partilhar a notícia do Expresso On -Line, do dia 28 de Julho.
Portugal recusa ajuda
"Portugal pagará as despesas da assistência aérea de combate aos incêndios se aceitar a oferta de nove helicópteros e um avião da Alemanha, Noruega e Reino Unido dispensada até ao momento.
Segundo fonte comunitária, a Alemanha, que ofereceu oito helicópteros, e a Noruega, que disponibilizou um, enviaram mesmo uma estimativa de todos os custos à Comissão Europeia, que inclui despesas com o transporte, a gasolina, a tripulação e a manutenção geral dos aparelhos, entre outros.
O Reino Unido, que ofereceu um avião Lockhead Elektra L188, não foi tão específico, mas a mesma fonte salientou que a assistência de qualquer país que não tenha acordo bilateral com Portugal em matéria de protecção civil «terá que ser paga pelo país que solicita a ajuda».
No caso de existirem acordos bilaterais, como acontece com a Espanha e com Itália - de quem Portugal aceitou ajuda -, o país que solicita apoio tem apenas que pagar a estadia dos tripulantes e a gasolina, disse a mesma fonte.
Em relação a estes dois países, apenas estão a actuar no combate às chamas em Portugal aviões espanhóis.
As autoridades portuguesas aceitaram ainda dois aviões Canadair gregos, que já estão a actuar no terreno, mas Bruxelas não dispõe de informação sobre a eventual existência de acordo bilateral entre os dois países.
Portugal considerou, por agora, desnecessária a assistência aérea de combate aos incêndios oferecida pela Alemanha, Noruega e Reino Unido, numa altura em que as queixas de falta de meios continuam por parte de bombeiros, autarcas e associações ambientalistas.
«Portugal relatou que, após um exame minucioso da situação, concluiu que, pelo momento, a assistência oferecida pela Alemanha, Noruega, e Reino Unido não seria necessária», lê-se no relatório de hoje da Comissão Europeia, feito com base nas informações portuguesas de terça-feira à noite.
As autoridades nacionais acrescentam que, para hoje, está prevista uma «diminuição das temperaturas e o aumento dos níveis de humidade», em especial no noroeste e zonas costeiras do país.
A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, autarcas e associações de defesa do ambiente têm-se queixado da falta de meios para combater os incêndios, nomeadamente nos fogos das serras de Monchique e da Arrábida, uma situação que o próprio ministro da Administração Interna, Daniel Sanches, reconheceu, ao afirmar que «os meios nunca são suficientes», indicando os «esquemas de auxílio ao nível da União Europeia».
A Lusa contactou o Serviço Nacional de Bombeiros e de Protecção Civil, tutelado pelo Ministério da Administração Interna, para saber a razão pela qual foi dispensada aquela ajuda internacional, mas não foi dada qualquer resposta até ao momento."
Portugal recusa ajuda
"Portugal pagará as despesas da assistência aérea de combate aos incêndios se aceitar a oferta de nove helicópteros e um avião da Alemanha, Noruega e Reino Unido dispensada até ao momento.
Segundo fonte comunitária, a Alemanha, que ofereceu oito helicópteros, e a Noruega, que disponibilizou um, enviaram mesmo uma estimativa de todos os custos à Comissão Europeia, que inclui despesas com o transporte, a gasolina, a tripulação e a manutenção geral dos aparelhos, entre outros.
O Reino Unido, que ofereceu um avião Lockhead Elektra L188, não foi tão específico, mas a mesma fonte salientou que a assistência de qualquer país que não tenha acordo bilateral com Portugal em matéria de protecção civil «terá que ser paga pelo país que solicita a ajuda».
No caso de existirem acordos bilaterais, como acontece com a Espanha e com Itália - de quem Portugal aceitou ajuda -, o país que solicita apoio tem apenas que pagar a estadia dos tripulantes e a gasolina, disse a mesma fonte.
Em relação a estes dois países, apenas estão a actuar no combate às chamas em Portugal aviões espanhóis.
As autoridades portuguesas aceitaram ainda dois aviões Canadair gregos, que já estão a actuar no terreno, mas Bruxelas não dispõe de informação sobre a eventual existência de acordo bilateral entre os dois países.
Portugal considerou, por agora, desnecessária a assistência aérea de combate aos incêndios oferecida pela Alemanha, Noruega e Reino Unido, numa altura em que as queixas de falta de meios continuam por parte de bombeiros, autarcas e associações ambientalistas.
«Portugal relatou que, após um exame minucioso da situação, concluiu que, pelo momento, a assistência oferecida pela Alemanha, Noruega, e Reino Unido não seria necessária», lê-se no relatório de hoje da Comissão Europeia, feito com base nas informações portuguesas de terça-feira à noite.
As autoridades nacionais acrescentam que, para hoje, está prevista uma «diminuição das temperaturas e o aumento dos níveis de humidade», em especial no noroeste e zonas costeiras do país.
A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, autarcas e associações de defesa do ambiente têm-se queixado da falta de meios para combater os incêndios, nomeadamente nos fogos das serras de Monchique e da Arrábida, uma situação que o próprio ministro da Administração Interna, Daniel Sanches, reconheceu, ao afirmar que «os meios nunca são suficientes», indicando os «esquemas de auxílio ao nível da União Europeia».
A Lusa contactou o Serviço Nacional de Bombeiros e de Protecção Civil, tutelado pelo Ministério da Administração Interna, para saber a razão pela qual foi dispensada aquela ajuda internacional, mas não foi dada qualquer resposta até ao momento."
Alentejo World

0 Comments:
Publicar um comentário
<< Home